Gosto mesmo muito do teu blog pah.O futuro do nacionalismo passa por isto mesmo,pelo “timing” dos posts,consoante o tema que corre em opinião publica,dominando assim a agenda,e contrapondo a lavagem cerebral estupidificadora,manipuladora dos media do sistema.
Voçês têm que dominar o debate.
Agora para seduzir as “massas”,o nazismo tem efeito contrario.
O nazismo teve coisas boas,tem programas politicos ainda hoje validos,mas errou,teve erros tambem.
E está comlpetamente queimado,seja o nome seja a simbologia(suastica nazi).
Na minha opinião voçes deviam mudar tudo na imagem.Cagar para a sigla PNR que está completamente queimada.Aproveitam alguns menbros,mas mudam nome e simbologia,se for preciso constroem de novo,mas desta vez para ganhar,para chegar ao poder.
Quanto mais alto for o sonho,mais luta se por ele.
Têm que ser positivamente obsecados,pois isso levará ao perfeccionismo.
Tem que ter mulheres no movimento.Têm que ter ideias e discursos virados para as classes baixa media/baixa e classe media,pois aí são as mais numerosas,são as massas,e com a crise essas classes vao aumentar.
Tem que se diferenciar,com convicções,sempre com convicções,mas não podem ter elementos que defendam exterminios duma raça,andarem a fazer saudaçoes nazis e a gritar viva o tio hitler,senão está o caldo todo entornado.
Uma coisa é escolherem a via nazionalista e serem os maiores e terem peso na noite,em claques,ou na area da segurança e andarem na miseria nos votos e não passarem dum grupelho de extremistas com esterco na cabeça aos olhos das massas que jamais vos confiarão responsabilidade governativas.
Outra coisa é escolherem a via nacionalista,mas com classe.
Tem que usar a tecnologia como propaganda,usam o you tube,mas não pode ser com carrancudos com cara de extremistas e sizudos e sem chama debaixo dum fundo musical foleiro.
E para terminar,falando do teu outro post em latim…
Tens que tar mais “atento”.Olha lé “roma” ao contrario
Abraço
—> A superclasse (a alta finança) possui a sua estratégia de poder: eles ambicionam um neofeudalismo – “dividir/dissolver identidades” é um dos seus lemas.
—> A luta pela sobrevivência é uma coisa difícil e complicada.
—> A bandalheira liquida tudo e mais alguma coisa – ‘n’ civilizações ao longo da História já desapareceram…
—> Só há um caminho a seguir: ‘CORTE’ COM A BANDALHEIRA!
—»»» Resumindo: Antes que seja tarde demais, há que mobilizar aquela minoria de europeus que possui disponibilidade emocional para abraçar um projecto de Luta pela Sobrevivência… e… SEPARATISMO-50-50!
Nota:
—> Muito pessoal anda por aí dando ‘cambalhotas de branqueamento’: é o cristianismo, é o esquerdismo, é o consumismo, etc.
—> Deixemo-nos de bodes expiatórios… é altura de assumir a BANDALHEIRA PURA:
- a constituição duma sociedade sustentável (média de 2.1 filhos por mulher) não foi considerado uma prioridade absoluta;
- ‘n’ negociatas à custa de mão-de-obra servil imigrante ao preço da chuva;
- venda de soberania;
- etc.
Gosto mesmo muito do teu blog pah.O futuro do nacionalismo passa por isto mesmo,pelo “timing” dos posts,consoante o tema que corre em opinião publica,dominando assim a agenda,e contrapondo a lavagem cerebral estupidificadora,manipuladora dos media do sistema.
Voçês têm que dominar o debate.
Agora para seduzir as “massas”,o nazismo tem efeito contrario.
O nazismo teve coisas boas,tem programas politicos ainda hoje validos,mas errou,teve erros tambem.
E está comlpetamente queimado,seja o nome seja a simbologia(suastica nazi).
Na minha opinião voçes deviam mudar tudo na imagem.Cagar para a sigla PNR que está completamente queimada.Aproveitam alguns menbros,mas mudam nome e simbologia,se for preciso constroem de novo,mas desta vez para ganhar,para chegar ao poder.
Quanto mais alto for o sonho,mais luta se por ele.
Têm que ser positivamente obsecados,pois isso levará ao perfeccionismo.
Tem que ter mulheres no movimento.Têm que ter ideias e discursos virados para as classes baixa media/baixa e classe media,pois aí são as mais numerosas,são as massas,e com a crise essas classes vao aumentar.
Tem que se diferenciar,com convicções,sempre com convicções,mas não podem ter elementos que defendam exterminios duma raça,andarem a fazer saudaçoes nazis e a gritar viva o tio hitler,senão está o caldo todo entornado.
Uma coisa é escolherem a via nazionalista e serem os maiores e terem peso na noite,em claques,ou na area da segurança e andarem na miseria nos votos e não passarem dum grupelho de extremistas com esterco na cabeça aos olhos das massas que jamais vos confiarão responsabilidade governativas.
Outra coisa é escolherem a via nacionalista,mas com classe.
Tem que usar a tecnologia como propaganda,usam o you tube,mas não pode ser com carrancudos com cara de extremistas e sizudos e sem chama debaixo dum fundo musical foleiro.
E para terminar,falando do teu outro post em latim…
Tens que tar mais “atento”.Olha lé “roma” ao contrario
Abraço
Esse comentário dá pano para mangas, mas hoje é demasiado tarde…fica para amanhã
“dá pano para mangas”
Até dá pano para o “vestuario” todo:)
Isto é mais para reflexão,não é propriamente para responderes.
Vá, abraço.
—> A superclasse (a alta finança) possui a sua estratégia de poder: eles ambicionam um neofeudalismo – “dividir/dissolver identidades” é um dos seus lemas.
—> A luta pela sobrevivência é uma coisa difícil e complicada.
—> A bandalheira liquida tudo e mais alguma coisa – ‘n’ civilizações ao longo da História já desapareceram…
—> Só há um caminho a seguir: ‘CORTE’ COM A BANDALHEIRA!
—»»» Resumindo: Antes que seja tarde demais, há que mobilizar aquela minoria de europeus que possui disponibilidade emocional para abraçar um projecto de Luta pela Sobrevivência… e… SEPARATISMO-50-50!
Nota:
—> Muito pessoal anda por aí dando ‘cambalhotas de branqueamento’: é o cristianismo, é o esquerdismo, é o consumismo, etc.
—> Deixemo-nos de bodes expiatórios… é altura de assumir a BANDALHEIRA PURA:
- a constituição duma sociedade sustentável (média de 2.1 filhos por mulher) não foi considerado uma prioridade absoluta;
- ‘n’ negociatas à custa de mão-de-obra servil imigrante ao preço da chuva;
- venda de soberania;
- etc.