Criminalidade e Imigração

by RNPD

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Um estudo estatístico feito pela Polícia Judiciária de Lisboa na sua área de jurisdição concluiu que 40,5% dos homicídios são cometidos por imigrantes(*)! 40,5%, repetimos…

A ligação entre a imigração por um lado e a insegurança, a criminalidade ou a conflitualidade social por outro, tem vindo a ser denunciada por todos aqueles a quem ainda vai restando coragem, inteligência e liberdade de pensamento nesta distopia demencial do politicamente correcto em que vivemos…e tem também vindo a ser constantemente escondida e negada pelos poderosos lóbis pró-imigração, que são os que têm voz pública.

Trata-se, pois, de uma estrondosa chapada na cara desses esbirros ditatoriais que têm pressionado os jornais a não publicar a “cor” ou a “origem” do crime, para melhor poderem manipular a população com a sua propaganda…e geralmente com sucesso, diga-se.

Contudo, aquelas estatísticas ainda conseguem ser mais gravosas do que aparentam numa primeira leitura. E isto porque, devido à adulteração da lei da nacionalidade – com a passagem progressiva do direito de sangue para o direito de solo – e com a crescente e escandalosa facilitação na atribuição administrativa da nacionalidade, muitos criminosos de origem ou ascendência estrangeira têm agora passaporte português (ficando, por isso, fora daqueles números).

Para que fosse possível analisar plenamente esta problemática seria também necessário que fossem disponibilizadas estatísticas sobre a origem dessa imigração criminosa, porque também nisto existem diferenças; há imigração e imigração…isto é, os riscos, problemas e potencialidades variam de acordo com os povos de onde ela provém.

A relação entre a imigração e a criminalidade é para mim um factor “secundário”. Oponho-me à imigração em defesa da preservação da identidade do meu povo, não da minha segurança pessoal. Portanto, mesmo se a imigração não fosse causadora de insegurança, a minha oposição ao fenómeno manter-se-ia inalterável: é uma oposição de princípios, isto é, do campo ético e não do campo utilitário. E o mesmo vale para os debates sobre os benefícios e prejuízos económicos do fenómeno…a nação é um “valor mais alto”, não é uma empreitada mercantil, leiloada à melhor oferta.

Esclarecido isso, que é um ponto importante, a verdade é que se a imigração é em si um fenómeno nocivo para a identidade nacional, as suas consequências negativas para a segurança individual dos nacionais ainda agravam mais a sua perversidade. Todas as comunidades têm indivíduos que não prestam, e esses são um problema seu, o que não é admissível é que, adicionalmente, importem maus elementos do estrangeiro, e muito menos colocando em risco a própria vida dos seus cidadãos!

Perante estes factos há duas correntes de opinião:

A primeira será a nossa, continuaremos, até que nos forcem ao silêncio, a denunciar a perniciosidade da imigração para a nação – entendida como comunidade de origem e destino histórico – cujas características pretendemos defender e legar aos nossos descendentes, bem como a sua perniciosidade para a vida quotidiana dos nossos compatriotas. A resolução do problema passa, neste caso, por parar esses fluxos migratórios e incentivar um processo de repatriamento faseado e responsável. Tudo isto acompanhado por uma reversão da lei de nacionalidade em direcção ao direito de sangue.

Para o segundo grupo, constituído por governantes e comissões, partidos e associações, lóbis financeiros e órgãos de comunicação social, intelectuais e fazedores de opinião, a imigração é intocável.

Porque:

a) A sua recusa coloca em causa demasiados interesses económicos e crenças ideológicas;
b) A identidade nacional não existe ou não interessa;
c) A relação entre a imigração e os fenómenos de criminalidade e instabilidade resolve-se através de políticas de “integração” feitas à custa das oportunidades e dos salários dos trabalhadores nacionais e pela crescente falta de exigência nos critérios e processos de atribuição da nacionalidade. Logicamente, à medida que os imigrantes forem acedendo à nacionalidade, diminui a probabilidade dos crimes serem cometidos por quem não possua passaporte nacional.

O que lhes interessa a criminalidade se puderem aumentar os seus lucros, se puderem continuar abraçados às suas utopias políticas, se conseguirem manipular as estatísticas?

(*)Estrangeiros matam em Portugal