O imperativo racial

by RNPD

null

«(…)O fundo genético, base da identidade

A existência das raças é um facto. Relembremos o essencial da questão racial, como ela se apresenta de forma geral:

1- A espécie humana está dividida em 5 grandes raças: a raça branca (caucasóide), a raça amarela (mongolóide), a raça negra (negróide) e mais duas que é preciso distinguir da precedente, a raça capóide (os bosquímanos, no sul de África) e a australóide (na Oceânia e sul da Ásia). Estas cinco raças estão separadas desde há pelo menos um milhão de anos, segundo a teoria policêntrica (enunciada, com variantes, por Weidenreich, Coon e Wolpoff).

2- As sociedades são sistemas bio-culturais, de modo que o fundo genético dos povos, e portanto, em particular, a raça dos homens que as compõem, é a base da sua identidade (ver, a este respeito, o livro do Club de l’Horloge, “La politique du vivant”).

3- Se homens de uma outra raça chegam massivamente ao território de um povo, as consequências são sempre dramáticas. Primeira hipótese: os imigrantes são absorvidos por mestiçagem: o povo de acolhimento cai então em decadência e perde a sua identidade. Segunda hipótese: Os imigrantes não se misturam com os autóctones (que no caso somos nós…) e os antagonismos raciais desenvolvem-se inelutavelmente no seio dessa sociedade multi-comunitária. Terceira hipótese: uma parte dos imigrantes mistura-se com os autóctones, que vão perdendo pouco a pouco a sua identidade juntamente com a sua homogeneidade, e uma outra parte dos imigrantes forma uma ou várias comunidades separadas e hostis.

A inversão dos fluxos migratórios

Este último cenário, que acumula inconvenientes, é o que se desenha na França (NdT: e em toda a Europa). Para salvar a nossa pátria é necessário empenharmo-nos na substituição dos actuais dirigentes políticos, indignos das responsabilidades que exercem. A etapa seguinte consistirá em inverter os fluxos migratórios para que a proporção de negros diminua no nosso país. Relembremos as palavras do general de Gaulle: “Somos antes de tudo um povo europeu, de raça branca, de cultura greco-latina e religião cristã”»

Do editorial de Maio de 2009 de Henri de Lesquen, presidente da “Voix des Français-Renaissance 95”