A Colonização de Portugal

by RNPD

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Segundo o último Relatório de Desenvolvimento Humano das Nações Unidas Portugal é um dos países que atribui mais benefícios aos imigrantes:

– Portugal é um dos poucos países onde o acesso dos imigrantes aos serviços de saúde é independente do seu estatuto de legalização ou não,
– Em Portugal a preocupação por parte da população com o custo fiscal da imigração é baixa (como poderia ser de outra forma se, ao contrário do que sucede noutros países, em Portugal esses números nunca são divulgados?),
-A extensão dos vistos temporários de permanência é mais fácil em Portugal do que na média dos países acolhedores de imigrantes,
– É dos países onde é mais rápido conseguir passar da situação de residente temporário para a de permanente (em apenas 5 anos!)
– Portugal é também dos países que mais gasta com cursos de aprendizagem da língua.

Tudo isto significa simplesmente que Portugal é um dos Estados onde as supostas políticas de “integração” dos imigrantes, pela sua abrangência, mais custam aos contribuintes nacionais, mas a ausência de estudos sérios sobre esse custo e a permanente propaganda sobre os benefícios económicos da imigração leva a que a maior parte da população ignore essa parte da questão, uma parte que contribui para o empobrecimento dos trabalhadores portugueses.

Isto, note-se, num país que está longe de ser rico, e onde a mesma população que arca com esses custos pior vive.

É verdade que noutros factores de desenvolvimento humano o país continua a cair (pois… não há dinheiro para tudo, se subsidiamos a imigração temos de deixar de investir noutras áreas…é perfeitamente compreensível), mas o que interessa isso comparado com o orgulho de custearmos a nossa própria substituição populacional? Que maravilha!

Diz o mesmo relatório que já no próximo ano chegaremos aos 920 mil imigrantes (!) e os números continuarão a aumentar! E isto numa conjuntura de crise, imagine-se o aumento dos fluxos migratórios quando a situação económica recuperar…

Se pensarmos que em Portugal a atribuição da nacionalidade é também ridiculamente fácil, bastam, por exemplo, 6 anos de residência para apresentar a candidatura, e se considerarmos os descendentes de imigrantes já nascidos em território nacional poderemos estimar que o número de indivíduos que não são etnicamente portugueses a viver no nosso país superará provavelmente o milhão e meio.

Portugal tem ainda uma particularidade, é que a comunidade lusófona é constituída por mais de 200 milhões de indivíduos, e, com excepção de Portugal, falamos de países subdesenvolvidos, o que significa que o desejo de entrar na Europa é forte e sobretudo canalizado através de Portugal. Só do outro lado do atlântico, no Brasil, temos milhões e milhões de indigentes que são potenciais imigrantes para o nosso país, e ainda protegidos por acordos especiais celebrados entre o nosso (des)governo e o brasileiro que lhes facilitam a entrada e a permanência em território nacional. Num país de apenas 10 milhões de habitantes esta situação é uma autêntica condenação à morte que pesa, a curto prazo, sobre a identidade do nosso povo. Provavelmente nenhum outro país da Europa (ou então com excepção da França) tem uma posição tão vulnerável como Portugal na relação entre a sua dimensão e o fluxo potencial de imigração proveniente dos países que fazem parte do seu “espaço linguístico”.

Também por isso Portugal deveria ser um dos países do mundo com uma politica de imigração e atribuição de nacionalidade mais restritivas, mas sucede precisamente o oposto.