—> Os ‘avestruzes’ à Guillaume Faye procuram bodes expiatórios… dando um trilião de cambalhotas… procurando branquear o inbranqueável:
-> a maioria dos europeus são seguidores daquela ‘grande tradição europeia’: negociatas-fáceis tipo -> exploração de escravos, roubo de territórios a povos indígenas, mão-de-obra servil imigrante ao preço da chuva,…
-> mais:
– vender o património público (e o privado) que herdaram…
– deixar dívidas… para quem vier a seguir que pague…
-> pior ainda: agora, em muitos europeus, anda na moda idolatrar o ‘fim do mundo’… procurando ridicularizar todos aqueles que se envolvem emocionalmente na lutam pela sobrevivência da sua identidade.
Bem vindo ao novo mundo, Rodrigo. Onde a supremacia do homem Europeu que durou 400 anos está a terminar. A Europa supremacista nunca viveu por ela própria, mas dominando pela força o mundo extra-Europeu e extraindo as riquezas de terras que não eram suas por direito. Ora, essa posição é insustentável.
E hoje em dia, nenhuma Nação Europeia vive por ela própria, nem a Europa consegue viver isolada. Pelo que o Nacionalismo ou se adapta à nova realidade, ou continua a ser irrelevante.
Não falei nem pensei em quaisquer “supremacias”. Estou a referir-me ao que considero ser uma crise de valores na Europa, uma era de decadência individual e colectiva, onde se dessacraliza tudo e se rebaixam todos os mitos e arquétipos estruturantes.
FUGAS PARA A FRENTE… A CAMINHO DA IMPLOSÃO…
DIVERSOS CASOS:
1- A ‘Grande Nação Sérvia’: ao perderem o controlo demográfico [ficando à mercê de alienígenas (não nativos) já naturalizados – e com uma demografia imparável]… a ‘coisa’ foi [iria ser mais tarde ou mais cedo] desmantelada…
2- Mais uma fuga para a frente -> a Europa como uma grande potência mundial: quem (nota: os nativos europeus) não constitui uma sociedade sustentável (média de 2.1 filhos por mulher) quer ter uma atitude de liderança no mundo (!!!)… e daí… toca de importar alienígenas!!!… Ora, quando perderem o controlo demográfico da situação… a ‘coisa’ vai implodir —> neste caso, a Identidade Europeia…
3- Um outro caso: o nacionalismo embriagado (da FN, do BNP, do PNR, etc) seguidor da (ex)URSS: ao perder o sentido da realidade – de luta pela sobrevivência – há que avançar para uma fuga para a frente… a caminho da implosão… {nota: salta à vista que -> a maioria dos europeus são seguidores daquela ‘grande tradição europeia’: negociatas-fáceis…}
—> Os Judeus – já andam ‘nisto’ há milhares de anos – mostram-nos aquilo que é óbvio: sendo a corrida demográfica… a estratégia de conquista… mais eficaz da História da humanidade [vejam este blog: http://tabusexo.blogspot.com/]… só existe uma forma de dissuasão capaz de resistir a «guerras de desgaste demográfico»: ARMAS DE ALTA TECNOLOGIA.
—> Milícias e outras coisas do género… são patetices te imbecis!… Visto que, sem a dissuasão das armas de alta tecnologia… não há defesa/sobrevivência possível!
NOTA: Os territórios mais pequenos… têm de se coligar com outros… contra o inimigo comum: os predadores insaciáveis que estão numa corrida demográfica pelo controlo de novos territórios.
—»»» Conclusão: antes que seja tarde demais, SEPARATISMO-50-50… e coligação contra o inimigo comum: os predadores insaciáveis…
—> Os ‘avestruzes’ à Guillaume Faye procuram bodes expiatórios… dando um trilião de cambalhotas… procurando branquear o inbranqueável:
-> a maioria dos europeus são seguidores daquela ‘grande tradição europeia’: negociatas-fáceis tipo -> exploração de escravos, roubo de territórios a povos indígenas, mão-de-obra servil imigrante ao preço da chuva,…
-> mais:
– vender o património público (e o privado) que herdaram…
– deixar dívidas… para quem vier a seguir que pague…
-> pior ainda: agora, em muitos europeus, anda na moda idolatrar o ‘fim do mundo’… procurando ridicularizar todos aqueles que se envolvem emocionalmente na lutam pela sobrevivência da sua identidade.
Bem vindo ao novo mundo, Rodrigo. Onde a supremacia do homem Europeu que durou 400 anos está a terminar. A Europa supremacista nunca viveu por ela própria, mas dominando pela força o mundo extra-Europeu e extraindo as riquezas de terras que não eram suas por direito. Ora, essa posição é insustentável.
E hoje em dia, nenhuma Nação Europeia vive por ela própria, nem a Europa consegue viver isolada. Pelo que o Nacionalismo ou se adapta à nova realidade, ou continua a ser irrelevante.
Não falei nem pensei em quaisquer “supremacias”. Estou a referir-me ao que considero ser uma crise de valores na Europa, uma era de decadência individual e colectiva, onde se dessacraliza tudo e se rebaixam todos os mitos e arquétipos estruturantes.
FUGAS PARA A FRENTE… A CAMINHO DA IMPLOSÃO…
DIVERSOS CASOS:
1- A ‘Grande Nação Sérvia’: ao perderem o controlo demográfico [ficando à mercê de alienígenas (não nativos) já naturalizados – e com uma demografia imparável]… a ‘coisa’ foi [iria ser mais tarde ou mais cedo] desmantelada…
2- Mais uma fuga para a frente -> a Europa como uma grande potência mundial: quem (nota: os nativos europeus) não constitui uma sociedade sustentável (média de 2.1 filhos por mulher) quer ter uma atitude de liderança no mundo (!!!)… e daí… toca de importar alienígenas!!!… Ora, quando perderem o controlo demográfico da situação… a ‘coisa’ vai implodir —> neste caso, a Identidade Europeia…
3- Um outro caso: o nacionalismo embriagado (da FN, do BNP, do PNR, etc) seguidor da (ex)URSS: ao perder o sentido da realidade – de luta pela sobrevivência – há que avançar para uma fuga para a frente… a caminho da implosão… {nota: salta à vista que -> a maioria dos europeus são seguidores daquela ‘grande tradição europeia’: negociatas-fáceis…}
—> Os Judeus – já andam ‘nisto’ há milhares de anos – mostram-nos aquilo que é óbvio: sendo a corrida demográfica… a estratégia de conquista… mais eficaz da História da humanidade [vejam este blog: http://tabusexo.blogspot.com/]… só existe uma forma de dissuasão capaz de resistir a «guerras de desgaste demográfico»: ARMAS DE ALTA TECNOLOGIA.
—> Milícias e outras coisas do género… são patetices te imbecis!… Visto que, sem a dissuasão das armas de alta tecnologia… não há defesa/sobrevivência possível!
NOTA: Os territórios mais pequenos… têm de se coligar com outros… contra o inimigo comum: os predadores insaciáveis que estão numa corrida demográfica pelo controlo de novos territórios.
—»»» Conclusão: antes que seja tarde demais, SEPARATISMO-50-50… e coligação contra o inimigo comum: os predadores insaciáveis…