Sim, África que vá para o inferno
by RNPD

«A disfunção crónica de África não é o resultado da governação europeia no passado mas da governação dos negros africanos no presente – em vez de ser o resultado do colonialismo europeu e da indiferença pós-imperial, como afirma a esquerda, a disfunção crónica na região é o resultado do pós-colonalismo e dos programas de ajuda humanitária pós-imperiais.
(…) o Sr. Jackson ainda incorre na falácia – característica da esquerda – de julgar a África subsaariana por padrões europeus e parece assumir que África de desenvolveria para uma civilização de estilo europeu se os africanos parassem de fazer de vítimas e se endireitassem, de uma vez por todas. Esta última assumpção provém da crença, tida pela esquerda, de que os africanos são como europeus com pele negra. Essa crença está ligada a outra, a que valoriza o progresso e o mede em termos de convergência com a presente sociedade tecno-industrial europeia – um tipo de sociedade caracterizado por uma organização social complexa, alta tecnologia, produção industrial, descobertas cientificas, capitalismo, governo da lei, propriedade privada, direitos civis, modernidade e racionalismo secular. A anormalidade dessas crenças no que se refere a algumas sociedades não-europeias não é óbvia para nós porque tomamos isso por garantido. Mas ganhar consciência dessa anormalidade é importante, porque as consequências são catastróficas: aquelas crenças são a base de toda a empreitada de ajuda e auto-culpabilização do homem branco, que têm fomentado uma explosão populacional no continente negro com a consequente onda de imigrantes esfomeados e ressentidos para a Europa e a América do Norte.
Há algum tempo que argumento que para que possa haver estabilidade no continente negro devemos permitir aos negros africanos que divirjam da Europa e se reorganizem de uma forma que seja harmoniosa com o seu temperamento, predisposições e capacidades. Também argumentei que não devemos interferir, mesmo se o resultado final por perturbador para nós. O que África precisa não é de mais dinheiro e desenvolvimento, é de nenhum! Os negros africanos são diferentes dos europeus. Podemos não querer falar de culturas africanas, porque em comparação com as nossas parecem primitivas, mas devemos aceitar que cultura significa algo diferente para eles e, embora possamos ter uma opinião, ela é irrelevante se o que os africanos entendem por cultura for o que resulta para eles. O progresso, por importante que possa ser para nós hoje em dia, está fora do seu ambiente ali. África foi para o inferno porque tinha de ir.
Não quero com isto dizer que a presente situação na África subsaariana (e saliento subsaariana porque não podemos pintar Marrocos e o Egipto com as mesmas cores) é normal pelos padrões africanos. Não é normal. É o resultado de um período de transição – da sociedade branca para a sociedade negra – que os esquerdistas ocidentais têm vindo a obstruir desde o fim dos impérios com os seus bem-intencionados (mas ainda assim condenados) programas de ajuda e desenvolvimento.
As sociedades tradicionais subsaarianas são tribais, a sua espiritualidade é animista, a sua medicina é feitiçaria, os seus cuidados sanitários pobres, a sua agricultura é de subsistência ou inexistente. J.R. Baker (Race,1974) pinta um quadro de in-civilização: os autóctones andavam nus ou semi-nús, praticavam a auto-mutilação, residiam em pequenos povoados, em abrigos simples e sem divisões, navegavam em canoas rudimentares cavadas a partir de troncos de árvores, não tinham ainda inventado a roda, raramente domesticavam animais ou os usavam para trabalhar ou transporte, não tinham registos ou história escrita, não tinham qualquer uso para o dinheiro, nenhum sistema de numeração, não tinham calendário, não tinham estradas, não tinham administração ou código de lei. Os chefes eram despóticos, caprichosos e cruéis, as chacinas eram frequentes, o canibalismo era por vezes praticado. Os dialectos eram simples, com vocabulários limitados no que toca à expressão de pensamento abstracto. O homem comum da tribo vivia para o momento e tinha ausência de visão de futuro. Quaisquer ideias inteligentes morriam geralmente com o seu inventor. Este quadro explica eficientemente a África do século 21.
Também explica por que razão os fundos de ajuda e desenvolvimento não tiveram quaisquer resultados excepto ampliar os horrores do continente: afinal, uma vez introduzido o dinheiro no contexto acima descrito, a lança cede lugar à AK47. Bono, Gedolf e os seus companheiros do Live 8, as velhas, moralistas, indulgentes, cosmeticamente trabalhadas estrelas de rock que conhecemos e desprezamos, têm sangue nas mãos. Tal como as organizações de caridade ocidentais e os media que os apoioam.
É por isso que penso que o Sr. Jackson tem razão em querer a “demolição de todas as estradas, universidades e hospitais que alguma vez construímos” na África negra. Isto deveria ter sido concomitante com a descolonização. Se os poderes europeus já não viam viabilidade na manutenção de um império, deveriam ter desmantelado as infra-estruturas coloniais e deixado a região como havia sido inicialmente encontrada pelos primeiros exploradores. Os forasteiros deveriam ter sido proibidos, por um tratado internacional similar ao da Antárctida de 1959, de perturbar o habitat subsaariano, declarando-se a região uma reserva natural. Claro que isto era politicamente impossível à data, e a consciência europeia, já afectada pela culpabilização pós-imperial, teria sido duplamente perturbada pelas fomes que sucederiam (sem quintas industrializadas não se pode alimentar milhões de pessoas). Mas as fomes visitaram, ainda assim, a região, e não só não pararam, mas multiplicaram-se e ampliaram-se devido aos esforços ocidentais para as parar.
As fomes iniciais do pó-imperialismo poderiam ter sido inevitáveis, mas o resultado final seria uma população mais pequena, re-tribalizada e pré-histórica, capaz de se alimentar a si própria através dos métodos tradicionais da agricultura de subsistência, caça e recolecção. Depois de uma quantas gerações, a África subsaariana já não olharia para o Ocidente com uma mistura de inveja, frustração e ódio, porque teria esquecido a sua existência, excepto através de fábulas e lendas transmitidas oralmente. O homem branco teria sido lembrado como um deus (ou um demónio) – como um ser estranho de outro mundo, que construiu cidades de ouro e tinha poderes mágicos para lá da imaginação. Depois de algumas gerações, a África subsaariana teria revertido para o seu modo pré-colonial e completado a sua transição de uma colecção de Estados falhados para ser um registo vivo do passado da humanidade.»
Alex Kurtagic, Taki’s Magazine, 20-01-2010
Discordo. A disfunção crónica de África é o resultado da colonização Europeia *e* da governação de negros africanos. Uma é a consequencia da outra, a História afinal explica-se através da continuidade de eventos.
É inegável que a colonização Africana – em especial da Portuguesa – deixou gerações de africanos analfabetos, sem qualquer competência ou preparação para governar o País, ou viver numa sociedade minimamente funcional e Democrática. Os pretos estavam na África para nos servirem e pouco mais. É também inegável como os governos Europeus ainda hoje, incluindo a França e a Inglaterra lucram com os negócios das armas, fomentando a guerra com armas do 1º mundo em paises de 4º mundo.
Discordo também que a solução do problema seja apagar os vestígios da colonização europeia. Isto não funciona assim. Acaso podemos acabar com as Igrejas e o cristianismo na Europa? Só um louco como o Caturo poderia ter esse como objectivo.
A africa do sul não foi descolonizada, não houve guerra, o poder mudou de mãos e vai-se a ver e não difere assim tanto do resto de africa. A civilização europeia só serve os que a consigam copiar ou assimilar, como os chineses. Já os africanos não o conseguem fazer. Alguém dizia: “tira-se a besta da selva, mas não se tira a selva da besta”.
E aqui não se fala em democracia, pois a civilização europeia não se baseia na democracia, nem no chuchalismo, no caputalismo, ou outra partanha que nos enfiam pelos olhos. E a democracia europeia (grega) nada tem que ver com a farsa política em que vivemos. Aquilo que agora chamam de “civilização europeia” é apenas técnica e organização avançadas implementadas por gente que ainda tem (mas por pouco tempo devido à mistura) um sentido de grupo verdadeiramente civilizacional.
Atirar as culpas para os ex-colonizadores é fácil e convence, mas só os estúpidos. A maior parte da africa não esteve em guerra e no entanto não passa de uma miséria pegada. De nada serviu instaurar sufrágio popular porque não vale a pena. Angola já não tem guerra à uma década e pouco se notam diferenças, e se as há é porque há presença do ex-colonizador.
A única culpa do colonizador foi não ter deixado tudo como estava antes. Mas na verdade o colonizador ia “envangelizar”: uma forma de ocupação e escravidão ordenada por “deus”. É essencialmente à religião e à ganância que se devem atribuir as culpas.
É falso que os governantes africanos sejam uns analfabetos. São todos ricos, foram educados nos melhores colégios e formados pelas universidades ocidentais e nos “valores” “democráticos”, então o que falha?.
Quanto ás guerras, elas têm sido incentivadas por uma classe de “gente” no ocidente para estimular os seus negócios. São os mesmos que querem imigrantes não-europeus no ocidente, mais uma vez por causa dos negócios. Trata-se de negócio, mas também de ódio, inclusivé e especialmente religioso contra as verdadeiras civilizações europeias, porque estas sempre lhes foram bem superiores e sempre os excluiram como parasitas que são. Veja-se quem manda nos EUA para ver que isso é verdade. O EUA ocupou a europa à 65 anos e veja-se no que isso deu! O EUA destruiu o iraque, o afeganistão. Agora prepara-se para tomar o controlo do haiti, …Os EUA chegaram a ser um país formidável, agora não passam de um bocado de merda em decomposição cada vez mais acelerada, mas o mais perigoso é que anida têm uma enorma potência tecnológica e militar.
A esquerda é um conjunto de imbecis desnaturados e com instintos descontrolados e desgenerados, que só sabe falar em liberdade. Na liberdade de se comportarem como uns miseráveis animais! Aquelas (de)mentes intelectuais de “sabedoria” porca e “solidária” só servem para isso. Entre o macaco da selva e o verme cosmopolita, qual o mais desprezível?
Acabar com o cristianismo na europa não só é possível como já vai “a caminho”, resta saber o que o substitui. Mas na verdade o que é o cristianismo? Não terá o cristianismo já acabado e sobrevivido outro? As figuras são as mesmas mas o imbuste já é outro, ou não?
embuste
Não percebi, embuste?
Era apenas para corrigir o texto anterior em que escrevi “imbuste”.
O problema da religião no ocidente é que é o resultado duma infiltração de um parasita. Contráriamente no oriente (a leste das terras dos semitas) existem religiões que merecem ser respeitadas pois são-no realmente (religiões) e não um espasmo político criado por um parasita. Por ex.: O budismo, o induismo, o xintoismo, etc… são religiões naturais dos povos, que longe de serem internacionais são algo muito mais saudável que um milenar judaismo, maçon cabalista, mafioso, encapotado que assume diversas formas, inicialmente em torno de livros supostamente divinos, mas não só!
Mas se quisermos estudar os mecanismos de conspiração da história comece-se no judaismo (talvez no antigo egipto) e siga-se em frente: cristianismo, islamismo, maçonaria, comunismo, capitalismo (estas últimas dirigidas a “gentes” mais “modernas” ou a pagânicas que as inquisições sucessivas (de longe não só a famosa por esse nome) não conseguiram “converter”).
Mas é necessário ver para além disso…
À África cumpre administrar e desenvolver o que é seu: o povo negro; os territórios; sua cultura etc.
O dinheiro que para lá se envia apenas serve para a promoção de chacinas, corrupção, compra de armas etc. Os governos dos negros são corruptos e sanguinários por natureza.
Não é digno a um povo fazer-se de coitado. Há que eliminar suas mazelas a partir da vontade que a impele.
“As sociedades tradicionais subsaarianas são tribais, a sua espiritualidade é animista, a sua medicina é feitiçaria, os seus cuidados sanitários pobres, a sua agricultura é de subsistência ou inexistente. J.R. Baker (Race,1974) pinta um quadro de in-civilização: os autóctones andavam nus ou semi-nús, praticavam a auto-mutilação, residiam em pequenos povoados, em abrigos simples e sem divisões, navegavam em canoas rudimentares cavadas a partir de troncos de árvores, não tinham ainda inventado a roda, raramente domesticavam animais ou os usavam para trabalhar ou transporte, não tinham registos ou história escrita, não tinham qualquer uso para o dinheiro, nenhum sistema de numeração, não tinham calendário, não tinham estradas, não tinham administração ou código de lei. Os chefes eram despóticos, caprichosos e cruéis, as chacinas eram frequentes, o canibalismo era por vezes praticado. Os dialectos eram simples, com vocabulários limitados no que toca à expressão de pensamento abstracto. O homem comum da tribo vivia para o momento e tinha ausência de visão de futuro. Quaisquer ideias inteligentes morriam geralmente com o seu inventor. Este quadro explica eficientemente a África do século 21.”
Meu caro, eu acho que antes de você publicar algo, você deve primeiro se livrar do olhar etnocêntrico e evolucionista. É uma coisa muito feia, se achar que só porque uma tribo usa tanga, ou outra não usa dinheiro, que somos superiores a eles. Foi baseado nesse pensamento que os europeus chegaram a África, Ásia e América sob o pretexto de levar o “progresso aos primitivos” e trouxeram toda essa desgraça que lá ocorre. É culpa dos europeus sim, por que onde eles pisaram só trouxeram ódio e tragédia. Que progresso eles julgavam levar ? O mesmo progresso que levou as 2 maiores guerras mundiais, o progresso que trouxe mais desigualdade social, o progresso em que se escraviza outro ser humano, o progresso que trouxe doenças aos demais povos….
Mais uma coisa, a África já está no inferno !!!!!!!! Por culpa da mão podre e demoníaca e satânica dos malditos eupoeus.
Ninguém “trouxe desgraça nenhuma”, se não fossem os “pérfidos europeus” os africanos nem sequer tinham cuidados básicos de saúde ou qualquer tipo de medicina. Essa treta politicamente correcta, que se tornou moda, de culpar os europeus pelas incapacidades das outras raças aqui não pega, portanto tu vais pregar para outra freguesia. E mais, o primeiro passo que os africanos devem dar, se algum dia quiserem deixar de viver como criaturas primitivas, é culpar as suas próprias falhas e os seus próprios dirigentes (que vivem faustosamente e desavergonhadamente) pelo estado miserável das suas sociedades, caso contrário daqui a mil anos continuarão a viver como animais e a culpa ainda há-de ser do “colonialista”. Resta saber se haverá resquício de inteligência naquelas cabeças que lhes permita ver isso.
A África sofre os efeitos do autoritarismo europeu. A Europa quer impor ao mundo um modo particular de ser e existir….
Destruíram a agricultura africana, destruíram o modo africano de praticar a pecuária… de curar as doenças etc.
Se não fossem os Europeus Arianos a civilazar africa ainda hoje limpavam o cú a uma folha ao invés de papel higiénico.
Se hoje falam e escrevem a falar mal dos Europeus cuspindo assim no prato onde comeram(e muito bem) foi porque alguem os ensinou a ler e a escrever.Ou seja,Arianos Europeus.
Se hoje andam em carros,têm telemoveis e internet tambem é graças a Arianos Europeus,pois foram eles que inventaram isso para voçês utilizarem.
Pa putinha que pariu essas acusações de merda.
Os maiores culpados da actual situação africana nos países terceiro mundistas são dos proprios africanos que são corruptos da cabeça até aos pés explorando o seu proprio povo de forma ditatorial e sem qualquer condições minimas de dignidade.
Até os mais eruditos ex colonos admitem que no antigo tempo da colonização portuguesa eram auto suficientes e que agora não.Ora basta reflectir o seguinte: Se mesmo há tantos anos atrás havia melhores condições o que fará se hoje o colonialismo continuasse?
Assim continuam a culpar o branco Europeu,quando os que mandam de brancos não têm nada.
E não sou racista,sou sim racialista,o que é bem diferente,mas não tou para engolir qualquer pseudo sermão ou complexo em nome da merda da ditatura do chamado “politicamente correcto”.
Nós,Europeus Arianos,fora o continente dos nipónicos,todos os outros fomos nós que civilizamos,desde africa até á America de cima a baixo.
Se alguem tem alguma especie de “divida” são os africanos para conosco.
E se houve algum excessos em algum tempo colonial seja que epoca for foram minimos em proporção,e ao contrario do que “diz que disse” se quiserem pesquisar de forma séria 75% dos comerciantes de escravos eram judeus “portugueses” e judeus holandeses.Se nós fossemos uns gajos sem escrupulos tinhamos varrido todos os povos e ficado com tudo,pois tinhamos polvora e voçês ainda andavam de lança.
Olhem mas é para o futuro e percebam que se os recursos são os mesmos e a população mundial está a aumentar e aos mesmo tempo o consumismo e portanto vai sobrar para alguem.E não duvidem que vai sobrar para africa.
Se forem os Europeus a tomar conta de voçês ainda terão condições de vida dignas e liberdade,porque se forem os chineses como já estão o faser,quando derem conta estão numa ditadura do pior que há e serão massacrados como autentico gado.
Mentalizem se que a Africa sub mundista vai ser retalhada pelas principais Potencias.
Cabe vos escolher o dono.
os negros podem ser oque for mas nao culpen todos os negros pelas bobagens que os outros fazem se um dia vc julgar alguem limpe sua boca com sabao para de pois falar