A interminável culpa do homem branco

by RNPD

«Para um político europeu ou americano que aspire a um alto cargo o ritual do arrependimento tornou-se de rigueur. A excepção, claro, é o presidente Obama, que capitaliza a sua identidade negra para induzir culpa na sua audiência. Não há muito tempo os europeus tinham orgulho dos seus feitos coloniais. Não há muito tempo a exclusão do Outro (negros, judeus, árabes) era percepcionada como uma coisa natural – típica das sociedades humanas desde tempos imemoriais. Hoje a exclusão do Outro foi substituída pelo ódio a nós próprios. Incessantes sermões nacional-masoquistas sobre reais ou surreais crimes euro-americanos testemunham um quase patológico desejo de limpar um passado que invoca culpa em vez de orgulho.»

Tomislav Sunic, Communication: The Terror of the Hyperreal