Ensino português – uma fábrica de burros com diplomas

by RNPD

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O PNR acha ofensivo e chocante o nível das provas de aferição a que o Ministério da Educação sujeita os nossos alunos.
As questões nelas colocadas e o tempo que a elas se dedica “para tão esforçados pensamentos”, revelam de maneira clara que as políticas educativas em Portugal, ao contrário de pretenderem elevar a preparação intelectual dos nossos alunos, pretendem apenas forjar números para serem apresentados em forma de “magníficas” estatísticas a submeter aos patrões de Bruxelas, já para não falar de uma estratégia intencional de massificação das pessoas pela bitola da burrice.
José Pinto-Coelho lamenta que “inversamente ao que fez o Estado Novo – não obstante a propaganda mentirosa em sentido contrário – que se preocupou com a educação e formação profissional, e que reduziu o analfabetismo herdado da 1ª República, de 70% para 20%, estamos a assistir a mais criminosa estupidificação dos alunos”.
Acrescenta ainda que “é uma vergonha esta verdadeira linha de montagem de ignorantes que, ainda por cima, se promovem ao estatuto de engenheiros…”
Para o PNR a educação é uma prioridade nacional, mas esta só pode ser entendida como um esforço de promoção do esforço, do mérito e de uma verdadeira formação académica e intelectual.

Comissão Politica Nacional do PNR