O alegre traidor…

by RNPD

Um Major-General desiludido com esta república de 100 anos e com uma governação que define de”quadrilhocracia”.

«…Manuel Alegre, durante a guerra do Ultramar e depois da sua fuga, era locutor da rádio Argel, onde se congratulava pela morte de soldados portugueses…
A voz da Argélia, emissores criados por desertores que, através de infiltrados nas forças armadas, denunciavam as nossas operações.
Muitas das emboscadas que sofremos resultaram da traição desses “grandes filhos da puta“. Uma das vozes que se ouvia era a desse pulha, “Pateta Alegre”. Lembro-me que 48 horas após se ter instalado um posto de observação, um grupo de combate, um canhão, um radar no cimo do morro de Noqui, donde nós observávamos toda a movimentação de aproximadamente, 2.000 “turras” concentrados numa sanzala no outro lado da fronteira, ouviu-se a voz do Alegre (*) a denunciar a nossa posição. Andámos a levar porrada na estrada entre S.Salvador e Nóqui durante mais de 4 meses. Numa das viagens sofremos 9 ataques. Tudo por causa desse desertor e traidor.»

(*) Nessa região ouvia-se através dos famosos rádios portáteis Hitachi, com uma boa onda média.

Paulo Chamorra

Manuel Alegre – um desertor

«Muito obrigado pelo seu concordante comentário sobre a potencial candidatura de Manuel Alegre à Presidência da República.

Teria preferido, a bem da nossa Nação, que o seu comentário fosse no sentido de me provar que estou errado, o que, lamentavelmente eu não vou ouvir de ninguém.

Sabe, o que mais me incomoda é que, com 2 filhos e 6 netos, olho para o meu “prazo de validade” a chegar ao fim e sei que vou morrer com a angústia de lhes deixar um País, uma Nação, governados por aquilo que já o nosso saudoso Rei D. Pedro V – infelizmente morto na flor da idade – descrevia, na sua correspondência para o seu tio Alberto, marido da Rainha Vitória de Inglaterra, como uma “canalhocracia”.

E inquieta-me profundamente que, desse último quartel do século XIX até aos nossos dias, não só nada tenha mudado para melhor, como a imunda República que nos governa, cujo primeiro centenário que este ano os socialistas irão celebrar, e que custará aos contribuintes dez milhões de euros, tenha, pela sua prática política legitimado que possamos dizer, hoje, que não é mais uma canalhocracia que nos governa, mas sim (e salvo raras e honrosas excepções) uma “quadrilhocracia”.

Na minha qualidade de cidadão em uniforme que dedicou à nossa Pátria os melhores anos de toda a sua vida, a troco de um prato de lentilhas, já vi quase de tudo e, como anteriormente afirmei, só me falta ver Manuel Alegre – um DESERTOR – eleito Presidente da República e, nessa qualidade e por inerência do cargo, como Comandante Supremo das Forças Armadas Portuguesas.

Espero que os portugueses acordem antes que tal possa acontecer.
Cordialmente,

Fernando Paula Vicente, Maj-General da FAP (Ref.) »

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