Há um elefante no meio da sala…e ninguém abre a boca.

by RNPD


Arrastões de grupos da Quinta do Mocho (quase exclusivamente habitada por negros) nos comboios da linha de Cascais.


Distúrbios com imigrantes brasileiros aquando dos jogos da sua selecção no mundial
.


Cenas de violência no Bairro do Asilo, Monte da Caparica (habitado sobretudo por negros), com as forças policiais a serem recebidas com very-lights e bombas artesanais (como se estivessem a entrar em qualquer morro terrorista do terceiro mundo)
.


Pessoas baleadas e esfaqueadas em confrontos entre gangues na praia do Tamariz, apedrejamentos a comboios em Algés e esfaqueamentos em comboios dessa linha.

Este é o relato do contributo enriquecedor que a imigração africana e brasileira deu a Portugal nos últimos dias. Portugal tem um problema de imigração, mais em concreto tem um problema social com uma determinada imigração proveniente de locais específicos, cujo contributo positivo para o país é quase nulo mas que está a transformar as ruas das nossas cidades em zonas de selvajaria. O trade-off é francamente negativo para a nação.

Mas Portugal tem também um problema, interligado ao primeiro, com os grupos políticos e associativos que incentivam esta imigração, efabulam a sua “riqueza cultural” e desculpabilizam os seus comportamentos (a cantilena da “exclusão” serve para desculpar tudo), em favor da consecução do seu projecto político, mesmo que isso custe a própria existência da nação e obrigue à deturpação ou negação dos factos e da realidade.

A psicose anti-autoridade e o ódio mal disfarçado às forças policiais que vigora no seio da extrema-esquerda foi transposto com sucesso para os grupos de delinquentes que saqueiam comboios, esfaqueiam pessoas e recebem a polícia à bomba. Ouvi e li alguns desses “jovens” a explicarem alguns dos acontecimentos relatados e o discurso de culpabilização da polícia e da sua suposta violência foi repetido como uma cassete. É a perversão da justiça, os delinquentes sabem que podem desresponsabilizar-se porque há quem politicamente lhes ampare o discurso, aliás, mais do que isso, esse discurso é-lhes muitas vezes ensinado em “acções de formação” que grupos de extrema-esquerda fazem nos bairros problemáticos de imigrantes.

E o problema culmina no facto desse discurso da extrema-esquerda estar salvaguardado por um sistema penal desadequado à nova realidade que o “multiculturalismo” ajudou a criar em Portugal e penetrar os tribunais e uma boa parte dos juízes deste país, como se prova pelo facto de muitos destes criminosos serem libertados depois de detidos (no caso em que o são) ou, para termo de comparação, no facto do polícia que matou o rapper MC Snake, na sequência de uma perseguição policial provocada pela recusa do tal Snake em obedecer a uma ordem de paragem do veículo, ter sido acusado de homicídio qualificado.