Month: Agosto, 2010

A nação verdadeira é sempre uma comunidade de raça, o resto são abstracções jurídicas estatais

Em poucas palavras, a essência do combate:

«O “nacionalismo branco” (white nationalism) é uma variante do etno-nacionalismo histórico, aquilo que Walker Connor chama nacionalismo no seu “sentido primordial”.

Todos os três – nacionalismo racial, étnico e primordial – definem a nação em termos de sangue.

O nacionalismo cívico ou de credo do regime presente, que torna primária a lealdade ao Estado, e não à Nação, é “nacionalista” apenas num sentido ideológico redutor, confundindo patriotismo (lealdade ao Estado ou afeição à terra) com lealdade ao povo (nacionalismo). Por isso, define a nação em função de certos princípios democráticos abstractos, vendo-a como uma colecção de indivíduos, cada um deles mais importante que o todo.

Embora os etno-nacionalistas privilegiem o espírito da nação acima de tudo o resto, definem-na, contudo, de forma orgânica, em termos de sangue, como uma família alargada, um grupo racial endógamo ou uma comunidade genética.»

Michael O’ Meara in “Toward the White Republic”

Retalhos heróicos do quotidiano…

«Permanecer só, numa sociedade onde, cada dia mais, o vosso interesse evidente é o de se juntarem aos demais, é esta forma de heroísmo que vos convido aqui a saudar!»

Henry de Montherlant

Incentivemos Wall Street a fazer a coisa certa!

Que liberais, Jacobo?

Os liberais acham uma maior ameaça à sua liberdade (talvez à da sua carteira…) que o Estado não privatize os serviços de saúde, os fundos de pensões ou não facilite o despedimento de trabalhadores do que a supressão da liberdade de pensamento e de opinião dos homens e mulheres da sua civilização. Desde que as limitações não lhes toquem a eles, tudo vai bem com a “liberdade condicionada” dos outros.

Se há causa que deveria mobilizar em permanência os que dizem ter na liberdade individual o seu norte político, deveria ser o combate a todas as leis que, no dito Ocidente, levam ou podem levar à cadeia ou a tribunal pessoas por delito de opinião, como é o caso, entre outras, das que punem os que se atrevem a contestar determinadas “verdades históricas”, e muito em particular o famosíssimo holocausto judaico durante a segunda grande guerra. O que se lhes pediria – aos pretensos liberais – não seria duvidarem do holocausto mas a defesa de que outros, se assim o entendessem, fossem livres para colocar perguntas, debater e até contestar alguns dos supostos factos históricos do holocausto judaico ou de outros holocaustos históricos. Em vez disso, os liberais europeus remetem-se ao silêncio enquanto dezenas de homens e mulheres são levados para a prisão ou às barras dos tribunais pelo simples facto de se terem atrevido a questionar os dados oficiais dessas historiografias.

São inúmeros os casos de pessoas cuja vida pessoal e profissional foi completamente destruída tão-somente por terem emitido opinião ou publicado textos e livros contestando a versão oficial dos acontecimentos que marcaram a narrativa dos judeus durante a segunda guerra mundial. Muitas vezes até os próprios advogados de defesa dos arguidos nesses processos acabam por ser acusados e levados a julgamento. Mas sobre todos esses casos de esquartejamento da mais básica fundação da liberdade, os liberais portugueses e ocidentais tendem a apresentar um mutismo assombroso.

Neles, a defesa da liberdade resume-se a pouco mais que atacar a participação do Estado na economia, que impede o alargamento da esfera de acção dos interesses privados a uma parte da economia que ambicionam e o acesso desses interesses a mais capitais financeiros.

Porque das duas uma, ou o silêncio dos liberais sobre os atentados à liberdade de expressão é consciente e pensado e, nesse caso, têm um estranho entendimento do que é a essência da liberdade (que não é a mesma coisa que a defesa do capitalismo) ou desconhecem que no mesmo Ocidente que gosta de apregoar a defesa da liberdade de expressão há várias vidas destruídas por delitos de opinião. Ou cúmplices ou ignorantes, é esse o retrato dessa gente.

A maçonaria, os partidos, a filosofia na alcova e a continuada prostituição do Estado português

Mais um exemplo da apregoada ética maçónica, republicana e socialista e do tráfico de influências sobre as instituições do Estado português, no caso os serviços secretos. Edificante, sem dúvida. Reportagem da Revista Sábado, de 22-07-2010:

«Até 11 de Maio do ano passado,C. P. (que a SÁBADO identifica apenas pelas iniciais por razões de segurança) era apenas mais uma assessora de nível III, escalão I (o mais baixo da função pública), do grupo parlamentar do Partido Socialista. A militante do PS, que integrou a lista de António Costa às eleições autárquicas de 2007, exerce agora funções bem diferentes do trabalho de secretariado técnico-partidário. Entrou no mundo da espionagem portuguesa e foi colocada como técnica superior no departamento das Operações do Serviço de Informações Estratégicas de Defesa (SIED).A SÁBADO tentou contactar por telefone e email quer a nova espia quer o director do SIED, Jorge Silva Carvalho, mas não obteve resposta até ao fecho desta edição.

Fontes dos serviços secretos portugueses adiantaram à SÁBADO que a entrada de C. P. é vista internamente como “uma das muitas cunhas que nos últimos dois anos levaram à entrada de dezenas de elementos no SIED, a secreta que actua no exterior, mas também no Serviço de Informações e Segurança (SIS) e no próprio órgão coordenador do Sistema de Informações da República Portuguesa (SIRP). ” As cunhas vêm de todo o lado, inclusive de gente ligada à maçonaria e a partidos políticos”, revela a mesma fonte.

A ligação de C.P. ao PS não poderia ser mais evidente. Licenciada em História pela Faculdade de Ciências Sociais e Humanas, onde chegou a colaborar como conferencista em 2003, quando concluiu a tese de mestrado em História das Civilizações Pré-Clássicas sobre o tema “A mulher e o amor no Egipto Antigo”, C. P. fez carreira no grupo parlamentar do PS antes e depois de se casar com o ex-líder da bancada socialista, António Reis, que foi deputado do PS entre 1995 e 2002.

Foi precisamente devido à influência do então marido, que ainda hoje é grão-mestre do Grande Oriente Lusitano (GOL), a mais importante corrente maçónica portuguesa, que C. P. foi também iniciada como aprendiz. A entrada na maçonaria aconteceu há pouco mais de dois anos na Grande Loja Feminina de Portugal, a irmandade que diz congregar cerca de 300 irmãs e que foi criada na esfera de influência do GOL para integrar as mulheres que não podem pertencer às lojas do Grande Oriente.

EM 2008, C. P. integrou a lista A do também maçon do GOL que ganhou a concelhia do PS de Lisboa, o deputado socialista Miguel Coelho. O lema da candidatura foi “Por urn partido de militantes” e C. P. ficou ao lado de socialistas como Marcos Perestrello, actual secretário de Estado da Defesa, Vasco Franco, hoje secretário de Estado da Protecção Civil, e a deputada Maria de Belém Roseira. Hoje, C.P. é uma das operacionais mais próximas do também maçon regular Jorge Silva Carvalho – Que dirige há dois anos o SIED, cujo passado tem sido fértil em alegadas purgas de operacionais e demissões de direcções.

Um clima que, segundo as fontes da SÁBADO retornou em força à secreta, com as sucessivas entradas de novos espiões e novas nomeações para cargos de chefia. Um outro exemplo é a recente subida do ex-chefe do departamento África, João Bicho, a novo director adjunto do serviço. Foi uma escolha pessoal de Jorge Silva Carvalho para substituir Helena Furtado de Paiva, que já regressou ao Ministério dos Negócios Estrangeiros. “Houve urna renovação gigantesca dos quadros e subidas vertiginosas de quadros sem a mínima experiência”, refere uma fonte, que denuncia “o clima de alta tensão” que já envolverá conversas de corredores sobre “a necessidade de criar sindicatos nos serviços”.»