Month: Novembro, 2010

Fruta podre

Pedro Passos Coelho, no encerramento do congresso da Juventude Social Democrata, que elegeu Duarte Marques como novel presidente dos jotas cor-de-laranja, avisou os “espertalhões que sabem colocar-se, na hora certa, ao lado de quem vai ganhar que não terão guarida, nem complacência por parte do partido que lidera”. E acrescentou: “Quem é competente pode ter qualquer orientação partidária e pode servir o país tanto no sector público como no privado. Não é isso que está em causa, mas não vale a pena andarem à procura de convicções ou de falsas convicções partidárias para se servirem a si próprios, como muitas vezes observamos na nossa sociedade”.[1]

Afirmou ainda que a actual geração das jotas é a mais qualificada de sempre e a que conta menos com o Estado.[2]

Bravo! Corajoso este Passos Coelho, contra os “espertalhões” que sobem sem terem competências provadas! Finalmente, avista-se o líder de que a nação precisava.

Mas de quem falava ele? De si próprio? É que Passos Coelho, depois de ter sido funcionário partidário toda a vida, finalizou a licenciatura aos 36 anos de idade e, num ápice, tornou-se director financeiro do grupo Fomentinvest, ligado ao PSD, e administrador de várias empresas do mesmo grupo. Há jovens que saem aos 22 anos das melhores faculdades do país, com boas notas, para empregos miseráveis e que certamente nunca conseguirão tamanha e tão rápida ascensão…isto é o curriculum de um “espertalhão” ou de um “competente”?

Ou será que Passos Coelho pensava no novo líder da JSD, Duarte Marques, cujo curriculum, aos 29 anos (um jovem, como se vê… chamem os Alphaville), consiste em ter sido “assessor” do partido na U.E. e director adjunto da Universidade de Verão do PSD?[3] É este o exemplo dessa geração qualificada de jotas que singram no sector privado? E será este mais um “espertalhão” que vai sugar o país ou é um dos “competentes” de Passos Coelho?

[1]http://sol.sapo.pt/inicio/Politica/Interior.aspx?content_id=5607
[2]http://www.publico.pt/Pol%C3%ADtica/passos-coelho-diz-que-serao-necessarias-pelo-menos-duas-legislaturas-para-que-o-pais-volte-a-crescer_1468527
[3]http://www.publico.pt/Pol%C3%ADtica/duarte-marques-e-o-novo-lider-da-juventude-social-democrata_1468523

Saudações à bela e corajosa Suiça: vanguarda da resistência europeia

Era polémica, mas foi aprovada por referendo na Suíça, a iniciativa da extrema-direita para a expulsão automática de estrangeiros que tenham cometido crimes.

Segundo a contagem dos votos dos 26 cantões o “sim” venceu com 52,9 por cento dos votos, tendo o “não” contabilizado 47,1 por cento da votação, enquanto uma contra-proposta apresentada pelo governo, prevendo que cada caso de deportação fosse analisado por um juiz, foi recusada por 54,2 por cento dos eleitores.

Recorde-se que a aprovação desta proposta ocorre cerca de um ano depois da proibição da construção de minaretes na Suíça, que suscitou forte polémica não só na Suíça como no estrangeiro.

A expulsão dos estrangeiros já é possível em determinadas condições, mas o texto agora aprovado vai mais longe, propondo a retirada automática do direito de permanência na Suíça dos estrangeiros condenados, independentemente dos delitos ou das circunstâncias.

A expulsão passa por exemplo a ser possível se um estrangeiro for condenado por “abuso da ajuda social”.

Fonte: RTP

Para que serve a maçonaria?

Sobre as lojas maçónicas nas sociedades ocidentais actuais existem duas grandes abordagens: uma, que é antagónica à maçonaria, que mantém que as lojas são lóbis para tráfico de influências e ganhos materiais, outra, que provém de quem faz parte da maçonaria, que defende que as lojas são locais de transmissão de conhecimentos metafísicos, tradições antigas, reunindo homens que buscam ali o aperfeiçoamento espiritual e a reflexão sobre a sociedade.

Uns e outros não negam a presença massiva de maçons nos principais órgãos que dependem directa ou indirectamente do aparelho de Estado, ou nas nomeações para importantes cargos empresariais, quer do sector público quer privado. Discordam, apenas, nas razões que os colocam lá…

Consequência natural dessa busca de aperfeiçoamento metafísico que lhes moldaria o carácter e da exigência na selecção dos membros dizem uns… consequência natural do nepotismo e do tráfico de cunhas organizado nas reuniões das lojas maçónicas, contestam os outros.

A verdade é nítida: basta olhar para alguns dos conhecidos membros da maçonaria que exercem cargos de influência em Portugal para se perceber que há macacos mais aptos à reflexão metafísica e presidiários mais íntegros….sobra, portanto, a busca de ganhos e oportunidades materiais…e é claro que para que esse tráfico de poder possa ser exercido da melhor maneira ajuda e muito que a organização seja secreta…ou discreta, como os beneficiários da coisa gostam de a definir.

Yes it is!

(Em Vilnius, Lituânia)

Contra a direita liberal: uma lição actual para a área Nacional e Social

«O comunismo e a sua guarda avançada, o socialismo, não vieram do nada. Se conseguiram abrir a sua fenda, expandir-se e se arriscam tudo submergir, é porque as suas reivindicações correspondem a um estado de espírito. O povo não é nem idiota nem maldoso. Se se dirigiu para a esquerda é porque tinha as suas razões.

Atacar Moscovo não serve para nada, para os que se dedicam a esse trabalho negativo. O essencial é perceber os motivos do sucesso do marxismo e do comunismo, para não mais deixar o país cair em erros quase mortais.

Tome-se o exemplo de um trabalhador socialista. De um trabalhador comunista. Em novecentos e noventa e nove de mil casos são tipos bravos, corajosos, honestos, que dão todo o seu trabalho e todo o seu coração à sua mulher e ao seu lar. Não admitimos que se insultem estes homens.

Lutam pelos seus filhos. Não têm uma bela vida todos os dias. Eles prologam as magníficas virtudes do nosso povo. Quando pensamos nestes tempos terríveis de miséria do povo, há apenas uma coisa que espanta: que ele tenha esperado tanto tempo para se revoltar.

Tinha jornadas de trabalho esgotantes, da alvorada à noite, os riscos do trabalho, a escravatura das crianças e das mulheres.

A memória desses tempos faz-nos estremecer de cólera e raiva! Era isso a ordem! Era isso a justiça do Cristo!

Os que toleraram durante dezenas de anos essa sorte monstruosa do povo tinham corações de pedra e olhos sem lágrimas.»

Léon Degrelle, Le pays réel, 1936

Os cavalos também se abatem?

Nas ruas de Roma

“Eu tenho o coração negro, não me importa, e cuspo na face do mundo inteiro!”

Reflexão sobre a arte

(cena de Fritz Lang, Die Nibelungen,1924)

«(…) A questão da arte merece uma menção especial. Aqui não é suficiente a clareza das orientações mas é necessário integrar as teses “justas” com aquela infalibilidade do gosto que confere a um “sentimento do mundo” nobreza artística.

O que é a arte de “direita”? Não se trata simplesmente de escrever bons romances ou poesias diferentes pelo seu conteúdo mas sim de exprimir uma diferente tensão estilística. Existem livros de autores comprometidos com a “direita” nos quais dificilmente se encontra esta nova dimensão. Contudo, ela pode surgir em autores menos comprometidos. Veja-se, por exemplo, “Sobre as Falésias de Mármore” de Ernst Junger. Este autor, se num determinado momento esteve muito próximo do nacional-socialismo, afastou-se em seguida assumindo posições críticas. Mas dificilmente podemos encontrar algo que seja mais propriamente de “direita” do que essa novela: a impessoalidade aristocrática da narração, o estilo impecável e cintilante, a ausência do mínimo resquício de psicologismo burguês tornam-no num modelo dificilmente olvidável. Em geral estas características encontram-se em todas as melhores obras de Junger. O conteúdo literário de Junger é algo precioso.

Mas um sentimento artístico de “direita” pode alimentar também uma matéria seca, pobre, “naturalística”. É assim com os romances do norueguês Hamsun, em grande parte histórias das gentes rurais do Norte: pescadores, marinheiros, camponeses. Também aqui, ainda que em tom menor, uma dignidade firme e comedida e, ao mesmo tempo, um elemento mítico presente nas vicissitudes destas almas simples que lutam contra o destino na atmosfera magnética da paisagem boreal.

Aqui devemos limitar-nos a um par de exemplos, os primeiros que nos vêm à mente. Mas qualquer um pode compreender aquilo que quisemos dizer e integrar estas indicações com a sua sensibilidade e conhecimentos.

Estas reflexões valem para toda a arte: O conteúdo passa em segunda linha sob a forma. Veja-se por exemplo a desenvoltura com que o Fascismo se apropriou da arquitectura moderna para exprimir um sentimento do mundo que não é “moderno”. Veja-se a arquitectura clássico-moderna da Universidade de Roma ou aquela do Foro Mussolini. Tratam-se de obras menores, mas de obras bem conseguidas, e o espírito que emana daquela cintilante geometria não é a aridez dos arranha-céus, mas a substância dura e luzente da alma antiga: ordem, medida, força, disciplina, clareza.

E venhamos a uma arte menor, o cinema. Também aqui faremos algumas reflexões dispersas que podem servir para enquadrar o problema. Qualquer um pode ver que l’Assedio dell’Alcazar (1940) é um bom filme de propaganda fascista. Mas, em rigor, com a mesma linguagem poder-se-ia ter feito também uma epopeia antifascista. Ao invés, algumas das cenas filmadas pelo judeu comunista Eisenstein (lembramo-nos de alguns fotogramas de Ivan, o Terrível) pelo seu misticismo nacionalista e autoritário não podem deixar de ser definidas de “direita”. Assim, é sabido que Fritz Lang, o director de Os Nibelungos, era um comunista convicto que abandonou a Alemanha com a chegada de Hitler. Mas poucos outros filmes para além da sua obra-prima conseguem exprimir a stimmung heróica, mítica e pagã da Alemanha nacional-socialista. E Goebbels demonstrou uma notável inteligência quando pensou nele para a direcção do filme sobre o congresso de Nuremberga.

Mais um exemplo: Ingmar Bergman. Este autor não pode certamente ser considerado “fascista” (ainda que alguns comunistas o tenham tentado fazer). Mas em algumas das suas obras está presente uma tal potência simbólica que – transportada da arte para o domínio social – não pode deixar de exercitar algumas sugestões precisas que os adversários definiriam de bom grado “irracionalistas e fascistas”. Temos presentes algumas cenas de O Sétimo Selo. Recordem-se as paisagens míticas e solenes, a presença do invisível no coração do visível, o drama do herói. Aqui não se pretende brandir nenhuma mensagem política mas a impressão que o espectador retira não tem nada de “democrático”, “social” e “humanístico”.

Naturalmente, também aqui é o instinto que decide. Quem é verdadeiramente de “direita”, quem interiormente está marcado por certos valores, por um ethos particular, saberá imediatamente distinguir as expressões artísticas que pertencem ao seu mundo. Estética provém de aisthänoma, um conhecimento por sensação imediata.

As considerações aqui expostas não têm um carácter sistemático. Pretendem apenas afrontar um problema, não defini-lo. Por outro lado, neste campo bastam orientações genéricas. Para além destas, cada um deverá proceder com os seus conhecimentos e capacidades. Bastam poucos traços para delinear as linhas de desenvolvimento de uma cultura de direita. Mas esta orientação abstracta começará a tomar forma concreta quando os homens começarem a escrever e a fazer.»

Retirado de Adriano Romualdi, Perchè non esiste una cultura di Destra

O consumo como acção política

(Patrick McGrath Muñiz, Consumerist Gluttony)

Sucede por vezes nos movimentos de aspiração revolucionária (no sentido em que ambicionem alterações de paradigma político) haver uma vontade de apresentar grandes estratégias teóricas de transmutação da sociedade, uma espécie de grande plano com as diversas etapas que conduzirão à mudança e a chegar a um objectivo completamente claro e pré-fixado. Ora, a comum incapacidade de formular esse grande plano teórico, ou aplicá-lo, a aparente inexistência de resultados visíveis, ou a incapacidade de pré-determinar concretamente qual o estado de coisas a que se pretende chegar no final, conduzem muitas vezes à desmotivação e à sensação de que, na realidade, nada pode ser feito, nada mudará verdadeiramente…a isso segue-se a resignação…e é precisamente esse estado de resignação, de “rendição”, em que, não os podendo bater nos juntamos, mesmo se contrariados, a eles, que faz com que as grande mudanças fracassem e os resultados, efectivamente, não surjam.

No fundo é preciso perceber que as grandes mudanças são uma sequência de pequenas alterações muito pouco visíveis. Mas, a dado momento, a soma dessas pequenas alterações, que de início são quase invisíveis, acabará por originar uma mudança abrupta que raramente é antecipada. Parece que surge de repente mas nunca assim é…quem não percebe isto tende a achar que as revoluções são preparadas através de um guião que elenca passo a passo as diferentes fases de acção até chegar a um objectivo perfeitamente pré-delineado.

Assim, um dos grandes erros estratégicos frequentemente cometido por quem se dispõe a combater contra um dado sistema de valores dominante é “querer correr sem antes ter começado a andar”. O fundamental não é conseguir identificar tudo o que está mal e ter as soluções para todos os problemas delineando de uma ponta a outra todo um novo modelo de sociedade mas sim focar a acção nas pequenas alterações, combatendo aqueles pontos nocivos e concretos que conseguimos visualizar e com que nos deparamos no quotidiano e que podem ser mais ou menos atingidos pela nossa actuação, porque muitos a contribuírem para pequenas mudanças geram uma grande transformação no final.

Um exemplo concreto é aquilo que consumimos, ou como consumimos. Todos nós temos, dentro de um certo limite, a capacidade de decidir o que consumir. Esta decisão sobre o consumo tem o potencial de ser um enorme acto revolucionário, e um em que todos podem participar. A soma dessas pequenas decisões e participações pode levar a alterações profundas.

Todos os que combatem contra o modelo de sociedade dominado pelos interesses económicos e caracterizado pela destruição identitária e uniformização cultural do mundo devem ter presente que esse sistema societário actual tem no capitalismo globalizado das grandes marcas ou corporações a sua vanguarda ofensiva.

Assim, a estratégia passa por atacar os pilares da sociedade de consumo…

Uma grande parte do que as pessoas são levadas a consumir não lhes é necessário ou acaba por ser redundante:

– Consumir menos e ter sempre presente a influência da publicidade na incitação sub-reptícia ao consumo. Antes de consumir perguntarmo-nos se precisamos realmente do que vamos comprar. É preciso aprender a resistir à manipulação das mentes através da publicidade e propaganda!

Quando decididos a consumir fazer escolhas conscientes:

– Combater as grandes marcas. Evitar consumir nas grandes corporações multinacionais, almoçar um bife num café em vez de ir ao McDonald’s, beber água em vez de pagar Coca-Cola, não comprar uns ténis de corrida à Adidas ou à Nike, tentar comprar no pequeno comércio em vez de nas grandes superfícies, etc.

Se há algum produto de que gostamos particularmente que seja produzido por uma dessas empresas iconográficas da globalização, pois bem, há de certeza outras de cujos produtos conseguimos prescindir.

Preferir a produção nacional:

– Quando consumir tentar sempre optar por produtos produzidos em Portugal, isso não só reforça o emprego nacional como fere o modelo de produção globalizado. Na impossibilidade de comprar nacional consumir produtos de países que consumam o que produzimos.

Boicotes ideológicos:

– Ter presente que algumas empresas apoiam ou financiam ideias, campanhas e organizações que se opõem ao que defendemos. Boicotar os produtos dessas empresas. Ter presente que alguns Estados nacionais representam a antítese daquilo que defendemos e praticam actos que consideramos injustos. Boicotar o consumo da sua produção.

Temos, evidentemente consciência de que muitas vezes estas opções são limitadas pela capacidade financeira das pessoas e que, em muitos casos, o preço mais baixo que as grandes corporações praticam é um factor de decisão fulcral, ou mesmo o único. Mas nem sempre é assim, há quem, de facto, tenha rendimento que permite fazer escolhas, e há produtos em que a diferença de preço é inexistente ou insignificante. E depois basta ter consciência de que se não for possível fazer estas escolhas sempre, fazê-las de quando em vez, quando surge a oportunidade, significa contribuir para uma pequenina mudança, e se todos fizerem uma pequenina mudança…grandes mudanças surgirão.

Isto é também lutar pela nossa liberdade, a de hoje e de amanhã, porque à medida que mais e mais pessoas reforçam o consumo das grandes marcas maior é a capacidade dessas marcas estrangularem concorrencialmente os pequenos proprietários, e isso significa que também nós e os nossos descendentes veremos crescentemente negada a possibilidade de podermos ser pequenos proprietários, caminharemos progressivamente para um mundo em que todos seremos funcionários, serviçais de corporações megalómanas e minorias riquíssimas que mandarão sobre os povos e os seus Estados nacionais.

A questão é portanto ter presente que o consumo pode ser um acto tão ou mais político do que qualquer divagação teórica-doutrinária sobre grandes mudanças sociais. Consumir conscientemente e não instintivamente, como activistas políticos, eis o desafio que a Revolução nos lança…

O Estado português controlado e destruído pelas lojas maçónicas

Mentirosos formados nas lojas maçónicas

Henrique Neto, histórico do PS, diz que Sócrates «é um vendedor de automóveis» que «está no topo da pirâmide dos que dão cabo disto».

Em entrevista ao «Jornal de Negócios», Henrique Neto recorda que da primeira vez que viu Sócrates discursar pensou: «Este gajo não percebe nada disto». «Mas ele falava com aquela propriedade com que ainda hoje fala sobre aquilo que não sabe», adianta e recorda-se de pensar a seguir: «Este gajo é um aldrabão. É um vendedor de automóveis».

«Sempre achei que o PS entregue a um tipo como Sócrates só podia dar asneira», adiantou. O histórico socialista diz que o primeiro-ministro «tem três qualidades, ou defeitos: autoridade, poder, ignorância. E fala mentira».

Henrique Neto descreve a forma como decorreu a última comissão política do PS, no dia em Sócrates apresentou as medidas de austeridade. Conta que o secretário-geral do PS convocou a reunião de última hora, «para ninguém ir preparado», e organizou os trabalhos para que «o grupo dos seus fiéis fizesse intervenções umas a seguir às outras». «A ideia dele era que o partido apoiasse as medidas», afirma.

«Aquilo é uma máfia que ganhou experiência na maçonaria», acusa. «Sócrates entrou por essa via, e os outros todos. Até o Procurador-geral da República», garante. «Usa técnicas de maçonaria para controlar a verdade».

«Não tenho nada contra José Sócrates. Se ele se limitasse a ser um vendedor de automóveis. Mas ele é primeiro-ministro e está a dar cabo do meu país. Não é o único, mas é o mais importante de todos», considera Henrique Neto.